
ACARAJÉ & ABARÁ Q´DELÍCIA
Delicías da culinária baiana:acarajé & abará q´delicia fazemos encomendas para eventos, shows,buffet,aniversario em geral todos os tipos de eventos.trabalhamos com baianas com trajes tipicos fritando o acarajé no local do evento taboleiro com panelas de barro e acompanhamentos camarão,salada,vátapa,pimenta. nosso abará de puro feijão fradinho.temos feijoadas/sarapatel/comidas tipicas baianas/caldos de diversos sabores/temos serviço de roskas com frutas da epoca trabalhamos com vodka smirnoff ou da preferencia do cliente (71) 9172-6847
ACARAJÉ & ABARÁ Q´DELÍCIA
sábado, 3 de julho de 2010

Sua origem é incerta. Na Grécia e Roma antigas, a figa era usada como amuleto sexual em cultos à fertilidade e à fecundidade, e podia ser vista no pescoço de mulheres e crianças. O polegar entre os dedos médio e indicador representaria o órgão masculino penetrando o triângulo feminino. Os povos clássicos acreditavam que, ao portar tal objeto, a pessoa afastaria o risco de se tornar infértil. Arqueólogos encontraram inúmeras figas nas ruínas de Pompéia e Herculano. Com o tempo, a figa passou a ser utilizada também para proteção contra mau-olhado, feitiços e influências negativas. Trazida ao Brasil pelos europeus, rapidamente ganhou fama de amuleto poderoso e terminou por ser incorporada à tradição afro-brasileira, que crê no seu poder de “fechar o corpo” e garantir sorte e proteção a seus portadores, livrando-os das forças do mal. “A figa é um dos mais antigos amuletos contra o mau-olhado”, escreve o folclorista Luís da Câmara Cascudo em seu Dicionário do Folclore Brasileiro. Costuma-se usá-la no pescoço
A baiana do acarajé ou simplesmente baiana) é como são chamadas as mulheres que se dedicam à profissão de vendedora de acarajé e outras iguarias da culinária baiana. Na maioria da vezes são filhas ou mães de santo do candomblé que adotaram essa profissão autônoma principalmente por não ter um vínculo com patrão ou empresa. Isso se dá em virtude das obrigações do candomblé muitas vezes requererem sua presença por períodos variáveis de dias podendo chegar a um mês, e se tivesse um patrão seria quase inviável. Mulheres batalhadoras que com muita luta conseguiram a regularização da profissão junto aos poderes públicos. Uma das principais figuras típicas do Brasil, chega a ser uma caracterização obrigatória nas Escolas de Samba do país.Sua roupa também é de baiana, pode ser uma roupa simples com saia sem roda, bata, ojá na cabeça e os tradicionais fio-de-contas, ou mais sofisticada com todos os adereços como usam as baianas de eventos turísticos.
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